terça-feira, 29 de julho de 2014

Little White Lies (Mini Imagine com Harry) 2

[...]
Acordei com o sol da manhã no meu rosto, senti que ela não estava do meu lado mesmo assim estava feliz, sorri e encontrei minha mão desmanchando meus cachos. Vi que ainda estava como ontem, nu. Procurei minha boxer, ela estava no canto do quarto, levantei da cama e fui até lá, coloquei-a e abri uma porta que parecia ser um banheiro, e era. Olhei para meu rosto e vi o quão babaca eu estava com aquele sorriso estampado nele, lavei meu rosto e sequei numa toalha limpa que havia ali. Sai com passos pesados e vi que ela estava sentada de costas e bebendo algo quente que fazia uma grande fumaça subir, eu coloquei a mão em seus ombros e ela tremeu um pouco mas falou
-já acordado? – eu fui me sentar ao lado dela, mas analisei seu rosto que estava vermelho. Ela estava chorando
-por que está chorando? – falem em um tom baixo, porém desesperador
-nada não – ela disse limpando as lágrimas e chorando mais ainda, coloquei a caneca dela na mesa próxima e a abracei, ela me abraçou tão forte que pude sentir o batimento acelerado do coração dela.
-eu estou aqui, não chore – ela começou a chorar mais ainda, o que será que está passando em sua cabeça? A única coisa que devo fazer e esperar ela se acalmar e ver se ela me conta. Ela não queria me soltar, então tinha que conversar com ela mesmo não olhando em seus olhos – flor?!
-hum? – ela disse se afastando e limpando suas lágrimas
-o que está acontecendo? – falei segurando em suas pequenas mãos
-isso não é certo – ela disse tirando minhas mãos da dela
-por que não? Ontem não foi bem isso o que você me disse- eu falei irritado
-eu estava louca para me entregar mas eu não só me entreguei....
-o que você quer dizer com isso?
-eu estou criando coisas que não eram para ser criadas, você é da fraternidade... eu posso acabar com sua vida em um segundo Harry, eu não quero te prejudicar.
-foda-se a fraternidade, eu quero você – ela me olhou assustado – é isso mesmo que eu estou dizendo, não quero mais uma vida sem você. Você me derreteu por dentro seunome!
-você acha que não fez o mesmo comigo?! Eu transei com você na minha cama, eu estava esperando esse momento há anos, meu sofá era o único lugar para os fúteis agora ontem eu decidi me entregar para você no meu quarto e isso não é certo. Se meu irmão e os caras da fraternidade te pegarem...eu nem sei o que eu faço – isso explica só uma camisinha naquele criado mudo, ela estava apaixonada por mim, sim ela estava se importando comigo
-só me diga me diga que não vai me abandonar – ela começou a chorar e se levantou, estava com uma camisa de manga comprida cinza, ela estava muito sexy, porém eu estava olhando sua feição triste
-eu não posso te fazer sofrer – ela se levantou e abriu a porta, desejando que eu fosse embora. Eu a entendia mas eu estava enfeitiçado por essa mulher, eu seria um inútil por abandoná-la. Cheguei tão perto que encostei minha testa na dela, segurando sua cintura eu falei baixo
-então eu largo a fraternidade – ela arregalou o olho e num rápido ato ela disse ‘não’ – por que não?
-seria idiotice sua – ela me beijou, essa mulher era louca – você sabe que somos errados juntos.
-eles que são errados
-você...hmm...é...hmn..
-pare de enrolar seunome – ela alternou uma perna da outra, trocando pesos então levou seus delicados e suaves braços até minha nuca.
-sei que é uma loucura mas...fica comigo escondido? – ela disse com os olhos brilhando, suas lágrimas estavam voltando então vi que não era brincadeira
-desde que fiquemos juntos...sim – ela pulou em mim me abraçando e beijando meu pescoço, minha bochecha e meus lábios. Eu fechei a porta novamente e a taquei no sofá – Você não sabe o quão me deixa feliz, apenas....me beija
Assim ela fez, me beijou com ternura. Sua boca era doce como um mel, viciante como uma droga. Ela parou de me beijar e pediu que eu me vestisse, ela disse que queria tomar um café da manhã
-você não sabe cozinhar?
-heey não é bem isso, eu não gosto de cozinhar então quase não compro nada.
-ah sim, vamos no meu carro
-ok, amor – eu me virei e levantei ela. Ainda beijando-a fechei a porta e tranquei, ela olhou para o lado e viu seu vizinho com seus filhos ao lado nos olhando atentamente, ela saiu do meu colo rapidamente
-ah oi crianças
-oi seunome –ela segurou minha mão e eu beijei as costas de sua mão
-eu te amo flor –ela sorriu e me puxou para o elevador
-não é muito cedo?
-porque então me pediu em namoro escondido?-ela riu e tocou a ponta do seu dedo em meu nariz. Foram poucas horas juntas mas tenho certeza que ela é a mulher que mais amo, isso não foi de uma hora para a outra...seunome e eu sempre nos flechamos, só não admitíamos isso.
Liguei meu carro e seunome me abraçava risonha, passar a macha estava difícil mas eu não me importava. Entramos em uma lanchonete quase vazia e fizemos os pedidos, ela ria das minhas palhaçadas como ninguém ria, nós éramos bobos apaixonados
-você sabe que eu não quero mais aquelas meninas em cima de você –dizia ela me olhando atentamente ainda comendo cereal
-eu só tenho olhos para você flor, você sempre soube disso
-é, eu sei mas elas me dão nojo. Não quero elas pegando em você, você é meu amor –meu peito se estufou novamente, isso era lindo de se ouvir
-eu sou seu amor e de mais ninguém – dei um beijo em sua testa e ela fechou os olhos sorrindo – acho bom a senhorita pedir para o paker sair do seu pé
-eu só sei que eu não quero mais nada com ele, ele é um aproveitador
-eu nunca gostei dele, agora estou o odiando – ela sorriu e passou seu polegar em meu rosto o acariciando. Ela estava completamente feliz
-você é tão maduro, isso te torna sexy –disse ela mordendo os lábios e me beijando
-você não me resiste

-não mesmo – eu sorri. Acabamos de comer e eu abri a porta para que ela saísse, ela pediu obrigado, ela notou o ato que eu esperava fazer para a mulher da minha vida 
continua.....

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